História

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A trajetória da ACF se mistura com a história da Congregação das Irmãs Franciscanas de Ingolstadt.

Em 1276, 50 anos após a morte de São Francisco, Diemuth Thrailacherin e Margareth Von Puch, sensibilizadas pelas pregações dos seguidores de Francisco, dedicam suas vidas ao acolhimento dos mais abandonados da região de Ingolstadt (Baviera). Logo atraíram outras jovens e mulheres piedosas. Foram chamadas “Beguinas” – Irmãs das Almas – e seu convento passou a ser conhecido como Gnadenthal – “Vale das Graças” – porque procuravam transformar o “vale de lágrimas” deste mundo em Vida e Graça.

A vida e os trabalhos das Irmãs Franciscanas de Ingolstadt mudaram ao longo dos anos:

  • Em 1468, elas se tornaram propriamente Franciscanas, aceitando a Regra da 3ª Ordem Regular de São Francisco.
  • Em 1627, forçadas pelas turbulências da Guerra dos 30 Anos e em obediência ao Papa, as Irmãs se tornaram Monjas contemplativas. Dedicaram-se à solene Liturgia, vigílias, oração…, fizeram bordados e paramentos, ensinaram música e canto, fabricaram remédios e atenderam o povo, atingido por epidemias e pelo sofrimento da Guerra. Nesta época, o “Vale das Graças” tornou-se lugar de romaria.
  • Em 1829, após o período da secularização, elas foram incumbidas pelo Governo da Baviera a assumir a Educação da Juventude Feminina da cidade de Ingolstadt. Elas o fizeram com dedicação e excelência e suas Escolas Particulares eram consideradas as maiores e melhores do Estado da Baviera. Lecionaram, também, nas diversas escolas do Governo.
  • Durante a II Guerra Mundial (1939-1945), proibidas pelo Governo Nazista de continuar lecionando, buscaram outros espaços missionários, dentre eles, o Brasil.
  • Assim, em 12 de outubro de 1938, com o apoio dos Padres da Congregação Verbo Divino, chega ao Brasil um grupo de cinco Irmãs Professoras e, no ano seguinte, mais sete Irmãs. Instalaram-se em Aiuruoca e Baependi, Minas Gerais e atuaram nas áreas da Educação e Saúde, sem deixar de lado a Evangelização.
  • Em março de 1942, registram-se como Sociedade Cultura Franciscana.
  • No ano de 2003, assumem a denominação atual: Associação Cultura Franciscana (ACF) concentrando suas atividades nos campos: Educacional e Assistência Social.

Atualmente a ACF mantém Unidades nas áreas: EDUCACIONAL e de ASSISTÊNCIA SOCIAL. Os Serviços, Programas e Projetos são realizados com recursos próprios advindos das receitas dos serviços educacionais ofertados nas Unidades de negócio.

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Na área EDUCACIONAL, a ACF mantem sete unidades:

Proporciona ensino regular e ações educativas a mais de 4.000 crianças e adolescentes. Destes, mais de 600 são bolsistas integrais ou participam de projetos sociais com gratuidade total por se encontrarem em situação de vulnerabilidade social e atender ao perfil socioeconômico necessário para concessão da bolsa.

Na área da Assistência Social, a ACF mantem o Serviço de Convivência e Fortalecimento dos Vínculos, em Unidade Assistencial própria e recebe o nome de Centro Franciscano de Acolhimento Jardim São Luís, fundado em 2006, localizado em São Paulo, no bairro do Jardim São Luís.

A ACF, sempre atenta às mudanças e avanços da sociedade, investe continuamente na formação de seus colaboradores, na promoção da Educação e da Cultura (em suas diversas expressões) pautada pelos princípios cristãos e valores franciscanos de Acolhimento e Fraternidade.